As novas ameaças à segurança nacional

Velho General

general-bustoPor Cap Fr Valdir Luis Gomes*

Baixar-PDF

Capa-PDF.jpgVista aérea da floresta amazônica nas proximidades de Manaus, capital do estado do Amazonas, 19 de abril de 2011 (Foto: Neil Palmer/CIAT).


Como a política de demarcação de terras indígenas atende a interesses estrangeiros, com vistas a atrasar o desenvolvimento nacional.


Nota do editor: Esta dissertação é de 2013; alguns links podem não estar funcionando.


RESUMO

Esta dissertação versa sobre a existência de interesses estrangeiros, atuando no processo de demarcação de terras indígenas, realizadas atualmente pela Fundação Nacional do Índio, FUNAI. Essa atuação é feita através de organizações não governamentais, brasileiras e transnacionais, sob a égide do indigenismo ambientalista, dando origem a conflitos com proprietários de terras e impactos em obras de infraestrutura. Em adição a isso, é demonstrado que esses interesses estrangeiros se materializam também na forma de apoio a protestos indígenas contra obras localizadas próximo de seu território e pressões sobre entidades…

Ver o post original 10.138 mais palavras

Nota da Marinha – FTM-UNIFIL

Velho General


B-2-CICMM-720x75px.jpg


Participação de Navio da MB na Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL)

A Marinha do Brasil propôs ao Ministro da Defesa que a participação de um Navio na FTM-UNIFIL seja encerrada, até dezembro de 2020, levando-se em consideração as seguintes abordagens:

1) Política-estratégica – a Política Nacional de Defesa (PND) e a Estratégia Nacional de Defesa (END) estabelecem como área de interesse prioritário o entorno estratégico brasileiro, que contempla, como regiões marítimas, a Antártica e o Atlântico Sul, incluindo os países da costa ocidental africana. Além disso, há a presença crescente de potências extra-hemisféricas na África e no Caribe, em vertentes de segurança e controle marítimo, comércio e influência militar, indicando a necessidade de revitalização da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS).

2) Conjuntural – A conjuntura econômica impõe à Força Naval um cenário de recursos limitados e, nesse contexto, faz-se…

Ver o post original 60 mais palavras

GLO e Diplomacia Ambiental

Velho General

Bianca-CarlPor Bianca Carl*

Baixar-PDF

Capa-PDF.jpgVista aérea da Ponte Jornalista Phelippe Daou, popularmente conhecida como Ponte Rio Negro, em Manaus, setembro de 2011 (Foto: Portal da Copa/Wikimedia Commons/CC BY-SA 3.0 BR)


“Art. 15. O emprego das Forças Armadas na defesa da Pátria e na garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, e na participação em operações de paz, é de responsabilidade do Presidente da República, que determinará ao Ministro de Estado da Defesa a ativação de órgãos operacionais (…)” (Lei Complementar 97/99)


Diante da crise internacional que as queimadas na Floresta Amazônica suscitaram, no último dia 23 de agosto, formou-se um Gabinete de crise, composto por um pool dos Ministérios de Relações Exteriores, de Defesa e de Economia, sob o comando do Estado-Maior Conjunto das FA – dois comandos que coordenam as ações em conjunto com o Ministério da Defesa: Comando Conjunto do Norte, tendo à frente o General Paulo…

Ver o post original 978 mais palavras

O Plano Estratégico para a Amazônia e a Carta de Manaus

Velho General

Imagem.jpgPhil P. Harris, Wikimedia Commons, CC BY-SA 2.5

O PLANO ESTRATÉGICO PARA A AMAZÔNIA (PEA) e a Carta de Manaus fazem parte de uma inciativa do Canal ARTE DA GUERRA associado à Revista TECNOLOGIA E DEFESA e ao Blog VELHO GENERAL.

Ele nasceu do clamor existente no seio da sociedade brasileira no sentido de contrapor respostas à crescente campanha internacional orquestrada para desmoralizar e enfraquecer o Brasil.

Agradecemos às milhares de pessoas que nos escreveram enviando sugestões e manifestaram seu apoio.

Lembramos à todos porém que a luta ainda não acabou, pois junto com a Carta de Manaus, o PEA precisa chegar às autoridades. Desta forma, solicitamos que divulguem em suas redes sociais e, se tiverem condições, imprimam, distribuam e enviem a seus parlamentares.

Responsabilidade, Compromisso e Fé no Brasil!

Clique nos documentos para download.  

Captura de Tela 2019-09-08 às 22.34.53.pngCaptura de Tela 2019-09-08 às 22.35.16.png
CARTA DE MANAUS
PLANO ESTRATÉGICO PARA A AMAZÔNIA

Ver o post original

A Defesa Nacional da China na Nova Era

Velho General

B-Top-720x75px-ADG.jpg

Cel-Paulo-FilhoPor Cel Cav Paulo Roberto da Silva Gomes Filho*

Baixar-PDF


Capa-PDF.jpgXi Jinping posa com soldados em navio em 2018, durante exercícios militares no Estreito de Taiwan (Foto: AP)


“Livros Brancos de Defesa” são documentos governamentais de alto nível, editados com a finalidade de esclarecer a sociedade, além da comunidade internacional, acerca das políticas e estratégias que norteiam as ações de segurança e defesa de um país. Vistos desde um prisma idealista, são documentos que promovem a confiança mútua entre os Estados, uma vez que conferem transparência às motivações e finalidades do instrumento militar de cada nação. Se analisados de um ponto de vista realista, além de serem instrumentos de dissuasão, uma vez que propagandeiam capacidades militares, oferecem valiosas pistas sobre os rumos traçados, facilitando o entendimento de acontecimentos e possibilitando a antecipação de estratégias.

LIVRO RECOMENDADO:

A Arte da Guerra: os treze capítulos completos

  • Sun Tzu (Autor)
  • Em português
  • Versões eBook…

Ver o post original 916 mais palavras

China e Rússia: Aliados?

Velho General

B-Top-720x75px-ADG.jpg

Cel-Paulo-FilhoPor Cel Cav Paulo Roberto da Silva Gomes Filho*

Baixar-PDF


Capa-PDF.jpgXi Jinping e Vladimir Putin em coletiva de imprensa durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, em junho de 2019 (Foto: Russian President’s Official Website)


A cada encontro entre os presidentes Xi Jinping e Putin, a pergunta volta à tona: China e Rússia se tornarão aliados? Como os Estados Unidos reagiriam a essa possibilidade, que certamente traria implicações para o equilíbrio do poder global?

O Fórum Econômico de São Petersburgo, nos primeiros dias de junho, foi mais uma dessas ocasiões. Os dois líderes alinharam os discursos nas críticas aos americanos, acusados de travarem uma guerra comercial para eliminar a concorrência. O exemplo mais claro seria o embargo norte-americano à gigante chinesa das telecomunicações Huawei. Aliás, uma das grandes notícias do evento foi a assinatura do acordo entre a Huawei e a Rússia, para o desenvolvimento da internet de 5ª geração…

Ver o post original 932 mais palavras