O próximo caça da US Navy (ele não vai substituir o F-35)

Velho General

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Albert-VF1Por Albert Caballé Marimón

Nos últimos dias foi noticiado que a US Navy está planejando seu próximo caça, e que o desenvolverá sem a colaboração da USAF. Como já é habitual, alguns setores da mídia que explora o assunto defesa alfinetaram o F-35, dando a entender que a US Navy vai substitui-lo por conta dos custos e problemas enfrentados pelo seu projeto.

O fato é que as forças armadas americanas começam a planejar suas próximas gerações de armamentos com muita antecedência – com muita antecedência mesmo –, e, tanto a USAF como a US Navy já estariam planejando a sua próxima geração de caças mesmo que o F-35 não existisse.

O que está sendo trabalhado, na verdade, é o planejamento de requisitos para um caça de sexta geração. Ao contrário do que certos veículos dão a entender, a decisão do próximo caça da US Navy não foi tomada agora, mas…

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Dia da Infantaria

Velho General

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Bianca-CarlPor Bianca Carl

“É no combate que o infante é forte;
vence o perigo, despreza a morte.”

(Canção Ardor do Infante, do Exército Brasileiro)


Comemora-se hoje o Dia da Infantaria porque seu patrono, Antônio de Sampaio, nasceu no 24 de maio de 1810, na Cidade de Tamboril – CE. Ele demonstrou verdadeira liderança nas revoltas dos Cabanos, Balaios e Praieiros, extraindo dos soldados características como a bravura, a coragem e obstinação. A Campanha do Paraguai, quando alcançou o generalato, e a Campanha da Tríplice Aliança, onde foi ferido três vezes e se recusou a entregar o comando, são outros méritos que o fizeram entrar para a história da Pátria brasileira.

De acordo com o dicionário, infantaria, ou infanteria, é “uma das armas militares (Exército ou Marinha) constituída por unidades treinadas para o combate a pé”. Os chamados “pés de poeira” levam essa designação por não haver limites em sua…

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5.56mm: que calibre é esse?

Velho General

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Ronaldo-OlivePor Ronaldo Olive*

Publicado originalmente na Revista “O Anfíbio” nº 14 de 1994, do CFN


Durante a primeira metade deste Século, os exércitos de todo o mundo estiveram equipados com fuzis que disparavam munição virtualmente igual: um longo cartucho dotado de projétil encamisado de calibre em torno de .30 polegadas (7,62mm) e pesando cerca de 13 gramas, sendo de aproximadamente 60mm o comprimento dos estojos usados. Igualmente empregada pelas metralhadoras e fuzis-metralhadores da época, tal munição representava o desejo então predominante de se ter um projétil preciso e letal a alcances de 1.000 metros ou mais.

Dentre os diversos tipos enquadrados nesta descrição, podem ser citados os cartuchos .30-06 (EUA), .303 (Grã-Bretanha), 7,92mm Mauser (Alemanha), 7,62mm Mosin (Rússia), 7,5mm Mas (França) e tantos outros. O Brasil e outros países durante décadas empregaram o chamado 7mm Mauser, cujo projétil tinha um calibre de 7,20mm, pesava cerca de 11 gramas e empregava…

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