Marinha seleciona consórcio para a construção das Corvetas classe Tamandaré

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A Marinha do Brasil emitiu nota, que reproduzimos abaixo, divulgando o consórcio vencedor da licitação para construção das Corvetas Classe Tamandaré.


A Marinha do Brasil (MB), dando continuidade ao PROGRAMA ESTRATÉGICO “CONSTRUÇÃO DO NÚCLEO DO PODER NAVAL”, informa que a proposta final do CONSÓRCIO “ÁGUAS AZUIS”, datada de 8 de março de 2019, foi selecionada como a Melhor Oferta para o Projeto de Obtenção, por construção, das Corvetas Classe “TAMANDARÉ”.

1 – O PROCESSO DE SELEÇÃO DA MELHOR OFERTA

O processo de seleção, que empregou a natural expertise do pessoal da própria MB, contou com o apoio técnico em áreas específicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O seu desenvolvimento transcorreu em 15 meses, a partir da divulgação da RFP nº 40005/2017-001, em 19 de dezembro de 2017. Durante esse período foram executadas as Fases de Questionamentos; Análise e Refinamento das…

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Desembargador federal Reis Friede fala sobre “guerra assimétrica reversa” na Escola de Guerra Naval

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Por Albert Caballé Marimón (via Portal TRF2 Notícias)


O presidente eleito do TRF2, desembargador federal Reis Friede, palestrou no dia 22 de março para quase trezentos militares que se preparam para assumir postos de comando e assessoramento na Marinha e no Exército brasileiros. O tema “guerra assimétrica reversa” foi apresentado da sede da Escola de Guerra Naval (EGN), na Zona Sul do Rio de Janeiro e contou com a participação também de alunos da Escola Superior de Guerra (ESG). O evento foi prestigiado por autoridades militares, dentre elas o assistente militar da Aeronáutica, brigadeiro Ronaldo Yuan, e o vice-diretor da EGN, capitão de mar e guerra Paulo Sergio Silva Santos.

O palestrante iniciou sua fala explicando o conceito de guerra assimétrica reversa, que ocorre nos conflitos armados quando o lado em evidente superioridade militar e tecnológica impõe a si mesmo uma limitação na aplicação do seu poder bélico, no campo…

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O Brasil pode ser membro da OTAN?

Velho General

Em entrevista coletiva conjunta com o presidente Jair Bolsonaro durante sua visita aos EUA, Donald Trump, o presidente americano, declarou sua intenção de “designar o Brasil como um aliado preferencial fora da OTAN, (…) talvez um membro da OTAN”.

A idéia de o Brasil como membro da OTAN na verdade não é nova. Na época em que o Tratado foi negociado, entre 1948 e 1949, um negociador dos EUA, John Hickerson, defendeu a inclusão do Brasil no tratado final. Para ele, a participação do Brasil se justificava por seu papel na Segunda Guerra Mundial, fornecendo tropas, bases navais e ajudando a Marinha dos EUA na Batalha do Atlântico. Além disso, Sir Frederick Hoyer-Millar, negociador britânico, achava que uma atitude positiva do Brasil em relação à OTAN seria importante para encorajar Portugal a participar.

A declaração de Trump já ocasionou uma manifestação da França, que através de uma porta-voz da chancelaria afirmou…

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Gênese da Bipolaridade Confrontativa Indireta na Guerra da Coréia

Velho General

Por Reis Friede*

Não obstante as reconhecidas restrições embrionárias ao emprego do poderio militar norte-americano, – fulcradas no objetivo maior de se evitar um confronto militar direto com o Exército Vermelho –, no intrigado episódio do Bloqueio de Berlim pelos soviéticos (24 de junho de 1948 a 11 de maio de 1949), é forçoso reconhecer que o fato histórico mais marcante, – e que a maioria dos estudiosos atribui como o verdadeiro responsável pela gênese da Bipolaridade Confrontativa Indireta e, consequentemente, peça inaugural da denominada Assimetria Reversa Indireta ou Reflexa –, foi, contudo, o célebre encontro das tropas de MACARTHUR, estacionadas às margens do rio Yalu, na parcela coreana da fronteira com a China Continental, com uma fração substancial do surpreendente contingente de aproximadamente 250 a 400.000 soldados chineses (dependendo da fonte) dispostos, em formação ofensiva, na margem oposta (chinesa).

“Duas semanas após a mobilização norte-americana na Coreia e com o…

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Guerra Cibernética – Visão Geral

Velho General

Por Albert Caballé Marimón

Guerra Cibernética (Cyber Warfare) envolve as ações de um estado ou organização no sentido de atacar e danificar computadores, redes de informação, sistemas de controle on-line e correlatos de outra nação através, por exemplo, de vírus de computadores, malwares ou DoS, Denial of Service Attacks (ataques de negação de serviço); envolve também as ações de defesa a ataques desta natureza a seus próprios sistemas.

Na maioria dos casos o alvo não são os sistemas de redes de computadores em si, mas o ataque a eles se dá na medida em que eles são fundamentais no gerenciamento de infraestruturas físicas como por exemplo aeroportos, usinas hidroelétricas, redes elétricas ou de comunicação. Ao derrubar uma rede de computadores, prejudica-se o fornecimento de serviços ou funcionamento de infraestruturas vitais civis ou militares.

ransomware-2321110_960_720 Imagem: Pixabay

Há muitas áreas cinzentas no que se refere a Guerra Cibernética, mas, ainda assim…

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